sexta-feira, 1 de setembro de 2006




Uma falta, uma falta de tudo o que ainda não foi e poderia vir a ser... mas já lhe foi dito sobre a impossibilidade do sentimento de falta em relação àquilo que não se conhece. Como assim? Eu continuo sentindo, uma falta profunda do que poderia ter sido e não foi, do que será e ainda não foi, do que poderá ser, mas nunca será... e são justamente a primeira e a terceira alternativas as que mais angustiam... tudo o que nunca e jamais será.


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