Para algumas sensações falta mesmo o dizer, porque esta dimensão é própria da materialidade que há na existência e a existência quando na vivência daquela propriedade alienígena à qual chamamos amor não cabe na palavra dita. Daí é resignar-se ao beijo, ao toque, ao arrepio, à lágrima, ao vento... é deixar ser mesmo imaterial e seguir o fluxo rumo à deterioração dos limites. Ir, simplesmente, até chegar em chá de maçã com canela...
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