domingo, 17 de junho de 2007



há noite dentro do dentro, incerteza quanto ao ir mas os pés já pisam o rumo do penhasco, talvez uma queda hospede o corpo, talvez ele descubra asas e consiga voar, talvez o tombo valha o tombo. nada para aprender, o passo só pelo ato. alguns ecos, alguns toques pousando para abrigar. dos afetos que foram, dos que virão refeitos, retas, curvas, possibilidades. algo se fecha, o ciclo retém um pouco de sal nos cílios. não há mais para o estranhamento. em paralelas, seguem estranhos. abismos.


2 comentários:

Fabiana Amaral disse...

Gostei daqui.

Anônimo disse...
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