Acho estúpida, às vezes, minha postura diante da realidade. Retraída, insegura. Faz-me lembrar Pessoa em Desassossego, mas quem me dera tão poética e genial... O cotidiano é alienante, irreal, ameaçador. É preciso poesia e loucura para sobreviver à bestialidade de cada dia.
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